segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Hábito
Hábito.
A gente se acostuma, não precisa pensar, e gera uma falsa impressão de completude.
Por que fui a tal lugar, se há tantos outros para ir ou ainda se simplesmente poderia ficar onde estava?
Por que falei com tal pessoa, se há tantas outras com quem conversar, ou ainda se poderia ter ficado quieta?
Por que disse aquelas palavras, se há tantas outras para serem ditas, ou se poderia ter ficado calada?
Por que me deixe beijar por tal boca, se há tantas outras para me beijar, ou se poderia simplesmente ter ficado resguardada?
Por que me senti frustrada, se há tantos outros sentimentos, principalmente o da serenidade?
Por que? Por que? Por que?
Hábito. Sempre o hábito.
O hábito de negar a mudança constante de tudo, inclusive a minha mudança. E dessa forma, não refletir sobre as minhas ações, acreditando que tudo será igual.
O hábito é o grande refúgio, gerador de ilusões. É a preguiça convertida em rotina. É a negação de uma das maiores verdades da vida: a de que não existem momentos comuns.
E a negação de que, assim como tudo se modifica, também nós podemos modificar tudo que nos cerca e nos preenche.
Então, novamente, hora de mudar!
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Amoras 2007
Nova safra de amoras!
Ja no primeiro dia de colheita, no domingo 26/ago., já consegui 2,300kg.
Isso porque ainda ficaram muitas a colher, mas a equipe estava desfalcada no momento.
A cachorrada acompanhou de perto, e não perdia a oportunidade de comer as que caiam no chão.
Até Morgana (umas das gatas) animou-se!
Bem, os vizinhos ficaram com água na boca, e ja aguardam a deliciosa geléia (que para ficar melhor ainda, eu sirvo com meu paozinho de minuto, hmmmm).
Pena que agora eu participo apenas aos finais de semana...
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
Olhos: Azuis ou Castanhos?
| Start: | Aug 23, '07 7:00p |
| Location: | Fonte: Metro, São Paulo, 23 ago. 2007. |
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
[Não] Pertencer
terça-feira, 21 de agosto de 2007
Nos olhos....
| Category: | Other/General |
“Ele era realmente feliz! Nada parecia afetar esse seu estado de ânimo. Desde que o conhecera ele demonstrara raiva, tristeza, delicadeza, senso de humor e até preocupação. Mas sempre a felicidade brilhara em seus olhos, mesmo quando eles se enchiam de lágrimas.”
MILLMAN, Dan. O caminho do guerreiro pacífico. São Paulo: Pensamento, 2000. ed. rev. p. 95.